Polícia Federal prende seis em operação contra a exploração sexual infantil

São investigados crimes de produção, armazenamento e distribuição de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. PF está em endereços em oito estados.

A Polícia Federal (PF) cumpre nesta quinta-feira (23) 28 mandados de busca e apreensão em uma operação, em oito estados, contra a exploração sexual infantil. Até as 9h30, eram seis presos.

De acordo com a PF, na Operação Nêmesis são investigados crimes de produção, armazenamento e distribuição de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

Caso haja flagrante de fotos, vídeos e arquivos em computadores, por exemplo, o suspeito é preso.

Em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, agentes encontraram material no computador de um homem de 32 anos que mora com os pais.

O outro preso foi na Paraíba, por porte ilegal de arma.

No Rio Grande do Sul, um homem de 23 anos foi preso em flagrante em Montenegro.

Também houve duas prisões em Santa Catarina e uma em Minas Gerais.

Ao todo, 120 policiais cumprem mandados em oito estados:

Maranhão – 1;
Minas Gerais – 2;
Paraíba – 1;
Rio de Janeiro – 12;
Rio Grande do Sul – 6;
Santa Catarina – 3;
Sergipe – 1;
São Paulo – 2.
A operação é coordenada pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal.

O nome da operação é uma referência à deusa grega da justiça.

Até oito anos de prisão
As penas para os crimes investigados variam entre um e oito anos de prisão.

Quem armazena material de pornografia infantil tem pena de um a quatro anos de prisão;
Para quem compartilha, a pena é de três a seis anos de prisão;
A punição aumenta para quatro a oito anos de prisão para quem produz esse tipo de material.
Polícias Civis prenderam 141 em março
Em março, a quarta fase da Operação Luz na Infância, deflagrada pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Civil dos estados, prendeu 141 pessoas em flagrante.

No RJ, foram seis presos. Um deles via pornografia infantil quando policiais civis bateram à sua porta.

Na ocasião, o ministro Sergio Moro declarou ter mandado “um recado claro”.

“Esse tipo de crime não pode ser tolerado. É um crime grave que atinge o que a gente tem de mais valioso na nossa sociedade, que são as crianças e os adolescentes”, disse Moro.

Fonte: G1 Su de Minas

Foto: Reprodução/Internet – Polícia Federal

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